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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Amor, amado...

Bonito de uma beleza que não se explica pelas imagens, palavras, pelo palpável...
Aquela coisa que não pode ser descrita... nem pelo nariz mais apurado, ou pela mais perspicaz das vistas.

Não tem língua que sinta o seu gosto e possa dizer dele, sem errar nadica! Mas eu reconheço seu cheiro e tudo mais que há de bom, sigo seu rastro.

Meu amor tem mais que a aparência: é a essência da boniteza da proeza da poesia da canção, que é de um ou dois simples acordes: só faz tum-tum...

É um de palavrório todo que faz perder o fôlego de tentar explicar, de acabar o papel e a tinta...

Bonito por dentro e por fora e, a despeito do dizer de qualquer frese feita, mora aqui no coração! Sim, o texto é meu... quem mais se conhece que de tão apaixonado pode ficar tão tonto-enebriado e dizer dessas sandices?

Sem explicação, sem data comemorativa, sem nexo, sem obrigação: amo você!

2 comentários:

Rolando disse...

Oi menina. Passei por aqui. Por que não escreve mais. Continua. É legal. Apareça por lá. Abraços.

QIC disse...

Olá, Rolando!
A correria está grande... até escrevi algo, mas não consegui postar.
Estou voltando, aos pouquinhos.

Obrigada pelo carinho!
Queisse