Quem sou eu

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Não ofereço tanto perigo, pelo menos não à primeira vista... Sou complicada, mas também sou bem simples! Depende do ângulo de quem observa, depende do referencial... Sou, mesmo, a personificação da constante contradição! Sempre sincera, sei bem que a verdade é meu defeito e minha virtude! Sinto, falo e depois penso, necessariamente nessa ordem! Gosto de gente, do meu trabalho, de desafios, de rodas de violão, de baladas intermináveis, de teatro, do sossego da minha casa, de cinema, de estudar, de passar as noites em claro, de dormir de dia, de música boa, de comida boa, de bebida boa, gosto de viver a vida! Tudo o que eu faço é com paixão, por isso tem que ser prazeroso! Se você me conhece sabe do que estou falando... mas se ainda não me conhece, aproxime-se, puxe uma cadeira e vamos dar umas risadas, mas se prepare: de perto ninguém é normal...

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Amor, amado...

Bonito de uma beleza que não se explica pelas imagens, palavras, pelo palpável...
Aquela coisa que não pode ser descrita... nem pelo nariz mais apurado, ou pela mais perspicaz das vistas.

Não tem língua que sinta o seu gosto e possa dizer dele, sem errar nadica! Mas eu reconheço seu cheiro e tudo mais que há de bom, sigo seu rastro.

Meu amor tem mais que a aparência: é a essência da boniteza da proeza da poesia da canção, que é de um ou dois simples acordes: só faz tum-tum...

É um de palavrório todo que faz perder o fôlego de tentar explicar, de acabar o papel e a tinta...

Bonito por dentro e por fora e, a despeito do dizer de qualquer frese feita, mora aqui no coração! Sim, o texto é meu... quem mais se conhece que de tão apaixonado pode ficar tão tonto-enebriado e dizer dessas sandices?

Sem explicação, sem data comemorativa, sem nexo, sem obrigação: amo você!